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Fugir dos medos e abraçar o que nos faz feliz

Muitas vezes o nosso medo impede-nos de cumprir o nosso Propósito, mas tem de se saber lutar contra esse medo e trabalhar naquilo que realmente nos faz felizes. Se tem uma paixão e se assume como missão o Propósito de ajudar outras pessoas, então não tem o direito de privar as pessoas de poderem usufruírem do seu Propósito apenas porque está autocentrado e focado nos seus medos e limitações.

O que mais oiço das pessoas com as quais trabalho é o receio que têm da exposição, que tem de fazer um direto e de se atrapalhar. Ate eu durante muitos, tive estes medos. Desde que criei a minha empresa que tinha como objetivo chegar a mais pessoas. Devido à minha localização, no Algarve, acabava por estar mais limitada em termos de área de atuação, mas tinha o sonho e o desejo de chegar a mais pessoas. Sabia que para conseguir concretizar estes objetivos tinha que ir para o mundo online. Até tinha muita vontade de ir para este mundo, mas durante algum tempo procrastinei em dar esse passo.  Acreditava que ainda não tinha os recursos, nem a preparação suficiente. No entanto, apercebi-me que estas eram apenas desculpas para o medo que tinha da exposição pública.

Como dei o salto e ultrapassei os medos

Um dia numa reflexão apercebi-me que estava a ter um pensamento egoísta. Se tinha decidido mudar de vida e se tinha assumido como missão ajudar outras pessoas não me podia estar a limitar de chegar a elas simplesmente porque estava focada nos meus medos e tudo isso começou a parecer-me insignificante quando comparado com o impacto que podia ter na vida de cada pessoa.

Para mim esta reflexão foi dolorosa e foi aí que decidi dar o passo em frente e entrar no mundo online onde tenho agora grande parte do meu negócio. Hoje pergunto-me onde estaria e onde estariam as pessoas que tenho ajudado se me tivesse deixado limitar e paralisar por todos os medos, que continuo a ter e que, na verdade, vamos ter sempre.

Estes medos não são nada quando comparados com o número de pessoas que se pode impactar através do nosso exemplo. Não deve permitir que esses medos o bloqueiem, deve sim olhar para eles e transformá-los em algo que sirva de alavanca para o objetivo final.

Se tem uma paixão, se assume como missão o Propósito de ajudar outras pessoas, então não tem o direito de privar essas pessoas de poderem usufruir do seu Propósito apenas porque se está centrado e focado nos seus medos e limitações.

Pense e pese num lado da balança os seus medos e no outro lado as pessoas que pode impactar através do seu Propósito e da sua missão de vida. Observe essa balança e decida. Qual é o lado que vai deixar que pese mais na sua vida?

Ana Cristina Rosa



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